SANTA MISSA
I EVANGELIZAR É PRECISO
ESTÁDIO IOANNES PAULUS I
REALIZADA PELO
SANTO PADRE
ALEXANDRE
RITOS INICIAIS
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante
o canto de entrada.
CANTO DE ENTRADA
EIS-ME AQUI SENHOR!
EIS-ME AQUI SENHOR!
PRA FAZER TUA VONTADE
PRA VIVER NO TEU AMOR
PRA FAZER TUA VONTADE
PRA VIVER NO TEU AMOR
EIS-ME AQUI SENHOR!
O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ
POR CAMINHOS NUNCA VISTOS ME
ENVIOU
SOU CHAMADO A SER FERMENTO SAL E
LUZ
E POR ISSO RESPONDI: AQUI
ESTOU!
ELE PÔS EM MINHA BOCA UMA CANÇÃO
ME UNGIU COMO PROFETA E
TROVADOR
DA HISTÓRIA E DA VIDA DO MEU
POVO
E POR ISSO RESPONDI: AQUI
ESTOU!
PONHO A MINHA CONFIANÇA NO
SENHOR
DA ESPERANÇA SOU CHAMADO A SER
SINAL
SEU OUVIDO SE INCLINOU AO MEU
CLAMOR
E POR ISSO RESPONDI: AQUI
ESTOU!
2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de
veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às
cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a
assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai, do Filho e
dho Espírito Santo.
Ass: Amém.
Pres: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do pai e a comunhão do espírito santo estejam convosco.
Ass: Bendito Seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo!
Ass: Amém.
Pres: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do pai e a comunhão do espírito santo estejam convosco.
Ass: Bendito Seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo!
ATO PENITENCIAL
Pres: De
coração contrito e humilde, aproximemo-nos de Deus justo e santo, para que
tenha piedade de nós pecadores.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres: Tende
compaixão de nós, Senhor.
Ass: Porque somos pecadores.
Pres: Manifestai,
Senhor, a vossa misericórdia.
Ass: E
dai-nos a vossa salvação.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós perdoe os
nossos pecados e nos conduza a vida eterna.
Ass: Amém.
Ass: Amém.
4. Seguem-se as invocações:
Kyrieeeeeeeeeee , Kyrieeeeeeeeeeeee ,
Kyrieeeeeeeeeee eleisonnnnnnnnnnnnnnnn
Christeeeeeeeeeeeee ,
Christeeeeeeeeeeeeeeeee, Christeeeeeeeeeeeeeeeee
Kyrieeeeeeeeeee , Kyrieeeeeeeeeeeee ,
Kyrieeeeeeeeeee eleisonnnnnnnnnnnnnnnn
ORAÇÃO COLETA
Pres: Oremos.
Concedei-nos, ó Deus todo-poderoso, que, purificados pelo esforço da penitência, cheguemos de coração sincero às festas da Páscoa que se aproximam. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
PRIMEIRA
LEITURA
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura do Livro do Gênesis
Israel amava mais a José do que a
todos os outros filhos,
porque lhe tinha nascido na velhice.
E por isso mandou fazer para ele uma túnica de mangas longas.
Vendo os irmãos que o pai o amava mais do que a todos eles,
odiavam-no e já não lhe podiam falar pacificamente.
Ora, como os irmãos de José
tinham ido apascentar o rebanho do pai em Siquém,
disse Israel a José: 'Teus irmãos devem estar com os rebanhos
em Siquém. Vem, vou enviar-te a eles'.
Partiu, pois, José atrás de seus irmãos
e encontrou-os em Dotaim.
Eles, porém, tendo-o visto ao longe,
antes que se aproximasse, tramaram a sua morte.
Disseram entre si: 'Aí vem o sonhador!
Vamos matá-lo e lança-lo numa cisterna,
depois diremos que um animal feroz o devorou.
Assim veremos de que lhe servem os sonhos'.
Rúben, porém, ouvindo isto, disse-lhes:
'Não lhe tiremos a vida'! E acrescentou:
'Não derrameis sangue, mas lançai-o naquela cisterna do deserto,
e não o toqueis com as vossas mãos'.
Dizia isto, porque queria livrá-lo das mãos deles
e devolvê-lo ao pai.
Assim que José chegou perto dos irmãos,
estes despojaram-no da túnica de mangas longas, pegaram nele
e lançaram-no numa cisterna que não tinha água.
Depois, sentaram-se para comer.
Levantando os olhos, avistaram uma caravana de ismaelitas,
que se aproximava, proveniente de Galaad.
Os camelos iam carregados de especiarias, bálsamo e resina,
que transportavam para o Egito.
E Judá disse aos irmãos: 'Que proveito teríamos
em matar nosso irmão e ocultar o seu sangue?
É melhor vendê-lo a esses ismaelitas
e não manchar nossas mãos,
pois ele é nosso irmão e nossa carne'.
Concordaram os irmãos com o que dizia.
Ao passarem os comerciantes madianitas,
tiraram José da cisterna,
e por vinte moedas de prata o venderam aos ismaelitas:
e estes o levaram para o Egito.
Palavra do Senhor.
porque lhe tinha nascido na velhice.
E por isso mandou fazer para ele uma túnica de mangas longas.
Vendo os irmãos que o pai o amava mais do que a todos eles,
odiavam-no e já não lhe podiam falar pacificamente.
Ora, como os irmãos de José
tinham ido apascentar o rebanho do pai em Siquém,
disse Israel a José: 'Teus irmãos devem estar com os rebanhos
em Siquém. Vem, vou enviar-te a eles'.
Partiu, pois, José atrás de seus irmãos
e encontrou-os em Dotaim.
Eles, porém, tendo-o visto ao longe,
antes que se aproximasse, tramaram a sua morte.
Disseram entre si: 'Aí vem o sonhador!
Vamos matá-lo e lança-lo numa cisterna,
depois diremos que um animal feroz o devorou.
Assim veremos de que lhe servem os sonhos'.
Rúben, porém, ouvindo isto, disse-lhes:
'Não lhe tiremos a vida'! E acrescentou:
'Não derrameis sangue, mas lançai-o naquela cisterna do deserto,
e não o toqueis com as vossas mãos'.
Dizia isto, porque queria livrá-lo das mãos deles
e devolvê-lo ao pai.
Assim que José chegou perto dos irmãos,
estes despojaram-no da túnica de mangas longas, pegaram nele
e lançaram-no numa cisterna que não tinha água.
Depois, sentaram-se para comer.
Levantando os olhos, avistaram uma caravana de ismaelitas,
que se aproximava, proveniente de Galaad.
Os camelos iam carregados de especiarias, bálsamo e resina,
que transportavam para o Egito.
E Judá disse aos irmãos: 'Que proveito teríamos
em matar nosso irmão e ocultar o seu sangue?
É melhor vendê-lo a esses ismaelitas
e não manchar nossas mãos,
pois ele é nosso irmão e nossa carne'.
Concordaram os irmãos com o que dizia.
Ao passarem os comerciantes madianitas,
tiraram José da cisterna,
e por vinte moedas de prata o venderam aos ismaelitas:
e estes o levaram para o Egito.
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL
O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Lembrai sempre as maravilhas do Senhor!
Mandou vir, então, a fome sobre a
terra
e os privou de todo pão que os sustentava;
um homem enviara à sua frente,
José que foi vendido como escravo.
Apertaram os seus pés entre grilhões
e amarraram seu pescoço com correntes,
até que se cumprisse o que previra,
e a palavra do Senhor lhe deu razão.
Ordenou, então, o rei que o libertassem,
o soberano das nações mandou soltá-lo;
fez dele o senhor de sua casa,
e de todos os seus bens o despenseiro.
e os privou de todo pão que os sustentava;
um homem enviara à sua frente,
José que foi vendido como escravo.
Apertaram os seus pés entre grilhões
e amarraram seu pescoço com correntes,
até que se cumprisse o que previra,
e a palavra do Senhor lhe deu razão.
Ordenou, então, o rei que o libertassem,
o soberano das nações mandou soltá-lo;
fez dele o senhor de sua casa,
e de todos os seus bens o despenseiro.
EVANGELHO
9. Segue-se a aclamação.
Louvor e glória a Vós, Jesus Cristo Senhor
A pedra que os construtores
rejeitaram
tornou-se a pedra angular
11. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác: Amém.
tornou-se a pedra angular
11. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác: Amém.
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for
oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Naquele
tempo, dirigindo-se Jesus aos chefes dos sacerdotes
e aos anciãos do povo, disse-lhes:
Escutai esta outra parábola:
Certo proprietário plantou uma vinha,
pôs uma cerca em volta,
fez nela um lagar para esmagar as uvas
e construiu uma torre de guarda.
Depois arrendou-a a vinhateiros,
e viajou para o estrangeiro.
Quando chegou o tempo da colheita,
o proprietário mandou seus empregados aos vinhateiros
para receber seus frutos.
Os vinhateiros, porém, agarraram os empregados,
espancaram a um, mataram a outro,
e ao terceiro apedrejaram.
O proprietário mandou de novo outros empregados,
em maior número do que os primeiros.
Mas eles os trataram da mesma forma.
Finalmente, o proprietário, enviou-lhes o seu filho,
pensando: 'Ao meu filho eles vão respeitar'.
Os vinhateiros, porém, ao verem o filho, disseram entre si:
'Este é o herdeiro. Vinde, vamos matá-lo
e tomar posse da sua herança!'
Então agarraram o filho,
jogaram-no para fora da vinha e o mataram.
Pois bem, quando o dono da vinha voltar,
o que fará com esses vinhateiros?'
Os sumos sacerdotes e os anciãos do povo responderam:
'Com certeza mandará matar de modo violento esses perversos
e arrendará a vinha a outros vinhateiros,
que lhe entregarão os frutos no tempo certo.'
Então Jesus lhes disse:
'Vós nunca lestes nas Escrituras:
'a pedra que os construtores rejeitaram
tornou-se a pedra angular;
isto foi feito pelo Senhor
e é maravilhoso aos nossos olhos'?
Por isso eu vos digo:
o Reino de Deus vos será tirado
e será entregue a um povo que produzirá frutos.
Os sumos sacerdotes e fariseus
ouviram as parábolas de Jesus,
e compreenderam que estava falando deles.
Procuraram prendê-lo, mas ficaram com medo das multidões,
pois elas consideravam Jesus um profeta.
e aos anciãos do povo, disse-lhes:
Escutai esta outra parábola:
Certo proprietário plantou uma vinha,
pôs uma cerca em volta,
fez nela um lagar para esmagar as uvas
e construiu uma torre de guarda.
Depois arrendou-a a vinhateiros,
e viajou para o estrangeiro.
Quando chegou o tempo da colheita,
o proprietário mandou seus empregados aos vinhateiros
para receber seus frutos.
Os vinhateiros, porém, agarraram os empregados,
espancaram a um, mataram a outro,
e ao terceiro apedrejaram.
O proprietário mandou de novo outros empregados,
em maior número do que os primeiros.
Mas eles os trataram da mesma forma.
Finalmente, o proprietário, enviou-lhes o seu filho,
pensando: 'Ao meu filho eles vão respeitar'.
Os vinhateiros, porém, ao verem o filho, disseram entre si:
'Este é o herdeiro. Vinde, vamos matá-lo
e tomar posse da sua herança!'
Então agarraram o filho,
jogaram-no para fora da vinha e o mataram.
Pois bem, quando o dono da vinha voltar,
o que fará com esses vinhateiros?'
Os sumos sacerdotes e os anciãos do povo responderam:
'Com certeza mandará matar de modo violento esses perversos
e arrendará a vinha a outros vinhateiros,
que lhe entregarão os frutos no tempo certo.'
Então Jesus lhes disse:
'Vós nunca lestes nas Escrituras:
'a pedra que os construtores rejeitaram
tornou-se a pedra angular;
isto foi feito pelo Senhor
e é maravilhoso aos nossos olhos'?
Por isso eu vos digo:
o Reino de Deus vos será tirado
e será entregue a um povo que produzirá frutos.
Os sumos sacerdotes e fariseus
ouviram as parábolas de Jesus,
e compreenderam que estava falando deles.
Procuraram prendê-lo, mas ficaram com medo das multidões,
pois elas consideravam Jesus um profeta.
Palavra da
Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Ass: Glória a vós, Senhor.
HOMILIA
LITURGIA EUCARISTIA
Pão
e vinho te apresentamos nesse altar
Como
sinal que tu recolhes nossa oferta
Tudo
o que somos deixamos aqui. (bis)
É
um milagre que se dá
O
pão e o vinho em corpo e sangue,
Vão
se transformar
Não
ha limites para o amor
Vem
transformar também minha vida
Oh
Senhor, é teu esse milagre de amor
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém que os fiéis manifestem a sua
participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou
outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.
19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e,
elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito
sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade,
fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós
se vai tornar Pão da vida.
Se
não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
20. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o
corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice,
rezando em silêncio:
Pelo
mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso
Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e,
elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito
sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade,
fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para
nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca
o cálice sobre o corporal.
22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De
coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso
sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
23. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as
mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me,
Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
24. No meio do altar e voltado para o povo,
estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso
sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos
este sacrifício, para glória do seu
nome,
para nosso bem e de toda a santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Ó
Deus, que a vossa misericórdia prepare os corações dos vossos fiéis e os leve,
por uma vida santa, à plenitude dos mistérios que celebramos. Por Cristo, nosso
Senhor.
PREFÁCIO DA QUARESMA III
Começando
a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo
as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O
sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso
Deus.
Ass: É nosso dever e nossa
salvação.
O sacerdote, de braços
abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade é justo
e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, Senhor, Pai santo, Deus
eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Vós acolheis nossa penitência
como oferenda à vossa glória. O jejum e a abstinência que praticamos, quebrando
nosso orgulho, nos convidam a imitar vossa misericórdia, repartindo o pão com
os necessitados. Unidos à multidão dos anjos e dos santos nós vos aclamamos,
cantando a uma só voz:
Ass: Santo,
Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa
glória.
Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
102. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois
santo e fonte de toda santidade.
103. Une as mãos e as estende sobre as oferendas,
dizendo:
Santificai,
pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito, a fim de que se
tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus
Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
O sacerdote une as mãos.
104. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de
modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e
abraçando livremente a paixão,
Toma
o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele
tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra
ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para
adorá-la.
105. Então prossegue:
Do
mesmo modo, ao fim da ceia,
Toma
o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e
prossegue:
ele
tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente o deu a seus discípulos.
Mostra
o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz genuflexão para adorá-lo.
106. Em seguida, diz:
Eis
o mistério da fé!
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa
morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
107. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da
morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e
o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar
aqui na vossa presença e vos servir.
Pres: E nós vos suplicamos que,
participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo
num só corpo.
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa
Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o
papa Alexandre, com este vosso servo, mues
auxiliares e todos os ministros do vosso
povo.
2C: Lembrai-vos também dos nossos
irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que
partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa fhace.
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende
piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria,
mãe de Deus, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a
fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
108. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em
Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a
honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o
altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Obedientes à palavra do Salvador e formados
por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus,
santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa
vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos
daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem
nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços
abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males,
ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos
sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a
esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O
sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a
glória para sempre!
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes
aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os
nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso
desejo, a paz e a unidade.
O
sacerdote une as mãos e conclui:
Vós,
que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O
povo responde:
Ass: Amém.
128.O sacerdote, estendendo e unindo as mãos,
acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre
convosco.
O
povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado
sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do
Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a
vida eterna.
131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o
pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga.
Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do
Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela
vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal;
pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e
jamais separar-me de vós.
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia,
elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Felizes os convidados para a
Ceia do Senhor.
Pres: Eis o Cordeiro de Deus, que
tira o pecado do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de
que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em
silêncio:
Que
o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Corpo de Cristo.
Depois,
segura o cálice e reza em silêncio:
Que
o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia
um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O
Corpo de Cristo.
O
que vai comungar responde:
Amém.
O
diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da
comunhão.
138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou
acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto
se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei,
Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta
dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável
guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
140.De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote
diz:
Pres: Oremos.
E
todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram.
Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração ''Depois da comunhão''.
Ó
Deus, dai-nos caminhar de tal modo, que possamos alcançar a salvação eterna,
cujo penhor agora recebemos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao
terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
RITOS FINAIS
Segue-se o rito de despedida. O
sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O
povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O
sacerdote diz:
Inclinai-vos
para receber a bênção.
E estendendo os braços diz:
Pres: Deus Pai de misericórdia, conceda a todos
vós, como concedeu ao filho prodigo a alegria do retorno a casa.
Ass: Amém!
Pres: O senhor Jesus Cristo, modelo de oração e de vida, vos
guie nesta caminhada quaresmal a uma verdadeira conversão.
Ass: Amém!
Pres: O espirito de sabedoria e fortaleza vos sustente na
luta contra o mal, para poderdes com Cristo, celebrar a vitória da pascoa.
Ass: Amém!
O
sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus
todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao
povo, unindo as mãos:
Em
nome do Senhor, ide em paz e que o Senhor vos
acompanhe.
O
povo responde:
Ass: Graças a Deus.
144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de
veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os
ministros.
Minha voz se eleva para proclamar o
Senhor
Pois minha missão é evangelizar
Anunciar ao perdido a grandeza de
nosso Senhor
Relevada na cruz do calvário Jesus, ó
Jesus
Evangelizar é preciso, evangelizar
Evangelizar é preciso, evangelizar
Levar a paz (levar a paz) pra quem
vive em guerra
Levar a luz (levar a luz) pra quem
anda em trevas Anunciar ao pecador o perdão
Nisto está meu coração (bis).