RITOS INICIAIS
1. Reunido o povo, o
sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
2. Chegando ao altar e
feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno,
incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a
assembléia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai, do Filho e dho Espírito Santo.
Ass: Amém.
Pres: A vós irmãos, graça e paz da parte de Jesus Cristo nosso Senhor.
Ass: Bendito Seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo !
ATO PENITENCIAL
Ass: Amém.
Pres: A vós irmãos, graça e paz da parte de Jesus Cristo nosso Senhor.
Ass: Bendito Seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo !
ATO PENITENCIAL
Pres: No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração,
fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.
Pres: Tende
compaixão de nós, Senhor.
Ass: Porque somos pecadores.
Pres: Manifestai,
Senhor, a vossa misericórdia.
Ass: E
dai-nos a vossa salvação.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos
conduza à vida eterna.
Pres: Oremos.
Ó Deus Pai todo-poderoso, nós cremos que vosso
filho morreu e ressuscitou por nós. Concedei ao nosso irmão, padre Luigi
Carnelutti adormecido(a) em Cristo, que em Cristo também ressuscite para a
alegria eterna. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do
Espírito Santo.
LITURGIA DA PALAVRA
Primeira leitura
Leitura do Segundo Livro dos Macabeus
Naqueles dias, Judas Macabeu fez uma colecta entre os seus homens de
cerca de duas mil dracmas de prata e enviou-as a Jerusalém, para que se
oferecesse um sacrifício de expiação pelos pecados dos que tinham morrido,
praticando assim uma acção muito digna e nobre, inspirada na esperança da
ressurreição. Porque, se ele não esperasse que os que tinham morrido haviam de
ressuscitar, teria sido em vão e supérfluo orar pelos mortos. Além disso,
pensava na magnífica recompensa que está reservada àqueles que morrem
piedosamente. Era um santo e piedoso pensamento. Por isso é que ele mandou
oferecer um sacrifício de expiação pelos mortos, para que fossem libertos do
seu pecado.
Palavra do Senhor.
Salmo Responsorial
A salvação dos justos vem do Senhor.
O Senhor é clemente e compassivo,
paciente e cheio de bondade.
Não nos tratou segundo os nossos pecados,
nem nos castigou segundo as nossas culpas.
Como um pai se compadece dos seus filhos,
assim o Senhor Se compadece dos que O temem.
Ele sabe de que somos formados e não
Se esquece que somos pó da terra.
Os dias do homem são como o feno:
ele desabrocha como a flor do campo;
mal sopra o vento desaparece,
e não mais se conhece o seu lugar.
A bondade do Senhor permanece eternamente sobre aqueles que O temem
e a sua justiça sobre os filhos dos seus filhos,
sobre aqueles que guardam a sua
aliança
e se lembram de cumprir os seus preceitos.
9. Segue-se a aclamação ao Evangelho.
11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
Evangelho
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Ass: Ele está no meio de nós.
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus
Cristo segundo São Mateus.
Ass: Glória a Vós Senhor.
Ass: Glória a Vós Senhor.
Naquele tempo, ao ver a multidão, Jesus subiu ao monte e sentou-Se.
Rodearam-n’O os discípulos, e Ele começou a ensiná-los, dizendo:
«Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos Céus.
Bem-aventurados os humildes, porque possuirão a terra. Bem-aventurados os que
choram, porque serão consolados. Bem-aventurados os que têm fome e sede de
justiça, porque serão saciados. Bem-aventurados os misericordiosos, porque
alcançarão misericórdia. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a
Deus. Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de
Deus. Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque
deles é o reino dos Céus. Bem-aventurados sereis, quando, por minha causa, vos
insultarem, vos perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós.
Alegrai-vos e exultai, porque é grande nos Céus a vossa recompensa»
Diác
ou Sac: Palavra da
Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Homilia.
LITURGIA EUCARÍSTICA
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os
ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém que os fiéis manifestem a sua
participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou
outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.
19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e,
elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito
sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade,
fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós
se vai tornar Pão da vida.
Se
não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
20. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o
corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice,
rezando em silêncio:
Pelo
mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso
Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e,
elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito
sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade,
fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para
nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca
o cálice sobre o corporal.
22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De
coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso
sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar.
Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as
mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me,
Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
25. No meio do altar e voltado para o povo,
estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso
sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos
este sacrifício, para glória do seu
nome,
para nosso bem e de toda a santa Igreja.
Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Sobre
as Oferendas
Nós Vos oferecemos, Senhor,
este sacrifício de reconciliação, implorando da vossa bondade a salvação do
vosso servo Luigi Carnelutti, para que possa encontrar como juiz misericordioso
Aquele em quem sempre acreditou como seu Salvador, Jesus Cristo, vosso Filho.
Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
T: Amém
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo
as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O
sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso
Deus.
Ass: É nosso dever e nossa
salvação.
O sacerdote, de braços
abertos, continua o prefácio.
Pres: Na
Verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre
e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo,
Senhor nosso. Nele brilhou para nós a esperança da feliz ressurreição. E, aos
que a certeza da morte entristece, a promessa da imortalidade consola. Senhor,
para os que crêem em vós, a vida não é tirada, mas transformada. E, desfeito o
nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível. E, enquanto
esperamos a realização de vossas promessas, com os anjos e com todos os santos,
nós vos aclamamos, dizendo a uma só voz...
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
109. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, vós sois santo, ó Deus do
universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus
Cristo, vosso filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e
santidade a todas as coisas e não cessais de reunir o vosso povo, para que vos
ofereça em toda parte, do nascer ao pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.
110.Une
as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres: Por isso, nós vos suplicamos: santificai pelo
Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas,
Une
as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a
fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e
Senhor nosso, que nos mandou celebrar este mistério.
111.Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de
modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue,
toma
o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar,inclina-se levemente, e
prossegue:
ele
tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada,
coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
112. Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um
pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu
graças novamente e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o
corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
113. Em seguida, diz:
Eis o mistério da fé!
Ass: Salvador
do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
114. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando agora, ó Pai, a memória do vosso Filho,
da sua paixão que nos salva, da sua gloriosa ressurreição e da sua ascensão ao
céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de
graças este sacrifício de vida e santidade. Olhai com bondade a oferenda da
vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei
que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do
Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
1C: Que
ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os
vossos santos: a virgem Maria, mãe de Deus, são José, seu esposo, os vossos
apóstolos e mártires, São João Paulo II e de todos os santos, que não cessam de
interceder por nós na vossa presença.
2C: E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este
sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro.
Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: com
os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes. Atendei as
preces da vossa família, que está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai de
misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos
irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa
amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa
glória,
Une
as mãos
por
Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
115. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai
todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória,
agora e para sempre.
Ass: Amém!
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o
altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Guiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela
sabedoria do Evangelho, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus,
santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa
vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos
daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem
nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços
abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males,
ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos
sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a
esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O
sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a
glória para sempre!
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes
aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os
nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso
desejo, a paz e a unidade.
O
sacerdote une as mãos e conclui:
Vós,
que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O
povo responde:
Ass: Amém.
128.O sacerdote, estendendo e unindo as mãos,
acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre
convosco.
O
povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado
sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do
Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a
vida eterna.
131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o
pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga.
Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do
Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela
vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal;
pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e
jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o
vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas,
por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia,
elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Felizes os convidados para a
Ceia do Senhor.
Pres: Eis o Cordeiro de Deus, que
tira o pecado do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de
que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em
silêncio:
Que
o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Corpo de Cristo.
Depois,
segura o cálice e reza em silêncio:
Que
o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia
um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O
Corpo de Cristo.
O
que vai comungar responde:
Amém.
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou
acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto
se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei,
Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta
dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É
aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de
louvor.
140.De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote
diz:
Pres: Oremos:
Por este sacramento do Corpo e Sangue
de Cristo, que Ele nos deixou como viático para a vida eterna, concedei,
Senhor, que o nosso irmão Luigi Carnelutti mereça tomar parte na mesa do reino
dos Céus. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
Ao cumprirmos, segundo o rito
cristão, o piedoso dever de sepultar o corpo humano, oremos confiadamente a
Deus nosso Pai, para quem todos os seres vivem. Entregamos à terra o corpo
deste nosso irmão, na esperança da sua ressurreição entre os eleitos de Deus e
pedimos que a sua alma seja recebida na comunhão gloriosa dos Santos. O Senhor
lhe abra os braços da sua misericórdia infinita, para que este nosso irmão,
livre dos vínculos da morte, absolvido de toda a culpa, reconciliado com o Pai,
conduzido aos ombros do Bom Pastor, mereça entrar na alegria que não tem fim,
na companhia dos Santos, na presença do Rei eterno.
Reza-se
em silêncio
Pelo batismo, este nosso irmão
tornou-se verdadeiramente filho de Deus, membro de Cristo ressuscitado e templo
do Espírito Santo. A água que agora vamos derramar sobre o seu corpo
recorda-nos essa admirável graça baptismal, que o preparou para ser concidadão
dos Santos no Céu. O incenso com que vamos perfumar os seus despojos será
símbolo da sua dignidade de templo de Deus. O Senhor aumente em nós a esperança
de que este nosso irmão, chamado a ser pedra viva do templo eterno de Deus,
ressuscitará gloriosamente com Cristo.
Asperge-se o corpo e incensa-se
Nós Vos encomendamos, Senhor, a alma
do vosso servo Luigi Carnelutti, a fim de que, morto para este mundo, viva para
Vós; na vossa misericórdia infinita, perdoai-lhe os pecados que pela sua
fragilidade humana tiver cometido e concedei-lhe a paz e a vida eterna. Por
Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém
Realiza-se a procissão para a cripta de
Notre Dame
Senhor Deus, que, na vossa misericórdia, dais o
descanso às almas dos fiéis, abençoai esta sepultura e guardai-a por meio do
vosso santo Anjo; e, enquanto é sepultado o corpo do vosso servo, fazei que a
sua alma, livre de todo o vínculo do pecado, se alegre para sempre na companhia
dos Santos. Por Cristo, nosso Senhor.
Aqui se asperge a sepultura e, em
seguida, o corpo é colocado.
Deus omnipotente quis chamar desta vida para Si o
nosso irmão, cujo corpo entregamos à terra, para que volte ao lugar de onde foi
tirado. Supliquemos a Cristo nosso Senhor, que ressuscitou como Primogénito dos
mortos e há-de transformar o nosso corpo mortal para o tornar semelhante ao seu
Corpo glorioso, que receba na sua paz este nosso irmão e o ressuscite no último
dia para a glória eterna.
RITOS FINAIS
141. Se for necessário, façam-se breves comunicações
ao povo.
142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote abrindo os braços, saúda
o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O
povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O
sacerdote diz:
Inclinai-vos para receber a
bênção.
E estendendo os braços diz:
Pres: O Senhor vos abençoe e vos guarde.
Ass: Amém!
Pres: Ele vos mostre seu rosto e se compadeça de vós.
Ass: Amém!
Pres: Volte para vós o seu olhar, e vos dê a sua paz.
Ass: Amém!
O
sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus
todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao
povo, unindo as mãos:
Em
nome do Senhor, ide em paz e que o Senhor vos
acompanhe.
O
povo responde:
Ass: Graças a Deus.